Resolver a partilha não precisa ser um sofrimento.
Eu conduzo tudo com estratégia, clareza e sigilo — pra você não carregar esse peso sozinha.
Perder alguém já é difícil.
Lidar com documentos, prazos, bancos, cartórios e conflitos familiares pode ser ainda mais pesado.
Você não precisa enfrentar isso sem orientação.
Eu assumo toda a parte jurídica, organizo os documentos, explico cada etapa e conduzo o processo com calma, firmeza e respeito — para que você cuide do que realmente importa.
Uma opção rápida e menos desgastante, quando: todos os herdeiros estão de acordo, e não há menores ou incapazes. Com a documentação certa, esse tipo de inventário pode ser concluído em semanas.
Necessário quando existe conflito, menores de idade, divergências ou questões mais complexas. Mesmo assim, com estratégia é possível agilizar e evitar brigas. Eu avalio seu caso e indico o caminho mais rápido e seguro.
Toda a burocracia fica comigo
Você recebe orientação clara, passo a passo.
Meu compromisso é tornar um momento difícil menos pesado.
Sim. Mesmo com um único bem, o inventário é obrigatório para liberar a venda ou transferência. É ele que regulariza a propriedade e permite que o bem passe legalmente aos herdeiros.
Sim. O ideal é abrir em até 60 dias para evitar multa no ITCMD. Depois disso ainda é possível fazer, mas quanto mais demora, mais burocracia e custos podem surgir.
Os custos envolvem ITCMD, taxas do cartório (se for extrajudicial), custas judiciais (se for judicial), atualização de certidões e honorários da advogada. Eu explico tudo antes de começar, sem surpresas.
Não. Quando alguém discorda, o inventário segue pela via judicial. Cada um apresenta sua parte e o juiz decide conforme a lei — sem que você precise discutir com ninguém.
Pode. Dívidas não impedem inventário. Os bens podem ser usados para pagar, e se não forem suficientes, os herdeiros não respondem com o próprio patrimônio.
Sim, o inventário extrajudicial é possível quando todos concordam e não há menores. E sim, mesmo no cartório, a presença de advogada é obrigatória por lei.
Sem problema. Eu te ajudo a reunir tudo, solicitar certidões e organizar a documentação. Você não precisa chegar com tudo pronto.
Sim. Além do inventário da sua mãe, seu pai pode doar a parte dele aos filhos, mantendo usufruto vitalício. Assim, ele continua morando no imóvel e, no futuro, basta atualizar a matrícula — sem novo inventário.
Depende. Para FGTS, PIS e valores menores no banco, pode ser feito um alvará judicial, sem inventário completo. Eu analiso seu caso e indico o caminho mais rápido e econômico para liberar o dinheiro.
Este momento já é difícil por si só. A parte burocrática não precisa ser.
Se quiser clareza, segurança e alguém para conduzir tudo por você
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